O que pode (e o que não pode) ser migrado para a nuvem

De acordo com os resultados de uma recente pesquisa feita com profissionais de TI, 43% das organizações estimam que pelo menos metade da infraestrutura de TI estará na nuvem nos próximos três a cinco anos. A corrida para a nuvem está cada vez mais acelerada, mas é muito comum as empresas começarem a implementar ambientes de TI híbrida sem antes considerar as cargas de trabalho que realmente precisam desse tipo de ambiente.

O mais importante é que a decisão da sua empresa em migrar as cargas de trabalho e os aplicativos para nuvem não seja arbitrária. Como decidir o que deve ser armazenado em nuvem?

O melhor momento para considerar a migração para a nuvem é quando chegar a hora de atualizar a plataforma de um aplicativo. Não há necessidade de reprojetar um aplicativo ou carga de trabalho para ser compatível com a nuvem. Se ele não tem nenhum problema, por que migrá-lo? Para explicar o motivo, vamos supor que sua organização esteja no processo de atualização da plataforma de vários aplicativos, e você deve decidir se aproveitará as vantagens da nuvem para armazená-los. Há algumas considerações básicas para você determinar se é melhor migrar para nuvem ou continuar no hardware local.

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Fonte: http://cio.com.br/tecnologia/2016/09/01/o-que-pode-e-o-que-nao-pode-ser-migrado-para-a-nuvem/

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